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Ontem, em conferência com o site Business Insider, Bradley Horowitz, vice-presidente do Google+, respondeu a uma série de questões sobre a atual situação e o futuro da rede social. Na maior parte da entrevista, o executivo comentou sobre a adequação do serviço ao mundo real e a ideia de unificação que a companhia leva como alvo principal.

As diversas perguntas realizadas são dúvidas muito frequentes que todos nós temos. Para começar, o entrevistador questiona sobre a existência do produto e a quantidade de pessoas que usam a rede, lembrando que o Facebook anunciou o número de um bilhão de contas.

Por que o Google+ existe?

Em resposta, Horowitz diz que “um bilhão de pessoas também usam o Google” e deixa claro que a ideia do Google+ é fazer um trabalho melhor do que o que foi realizado na última década. A rede social é uma tentativa de juntar tudo o que foi criado no passado e criar uma camada-base para unificar os serviços, oferecendo melhorias para as pessoas e as empresas.

(Fonte da imagem: Reprodução/Google+)

Quantas pessoas usam o Google+?

Segundo o relato do vice-presidente da rede, atualmente há 400 milhões de contas cadastradas no Google+ e 100 milhões de pessoas que o usam ativamente. Essas pessoas que realmente usam o produto o fazem no computador ou no aplicativo de celular.

O entrevistador do Business Insider resolve fazer um teste na hora e verifica quantos na plateia usam o Facebook e o Google+. A resposta é óbvia: quase 100% levanta a mão para o Facebook, mas apenas 10% responde que usa o Google+.

O Google+ é diferente

No decorrer da entrevista, Bradley Horowitz afirma que o Facebook é, na verdade, uma rede social do passado. Segundo ele, o Google+ pensa no mundo real, pensa como as pessoas vivem seu dia a dia. Por exemplo: quando as pessoas tentam se comunicar, elas não querem saber de uma propaganda de hambúrguer.

Ele lembra que há um momento específico para pensar em hambúrguer, mas que as redes sociais (leia-se Facebook) estão fazendo isso errado. Horowitz relata que as pessoas estão irritadas com esses anúncios e que as empresas não estão tendo retorno.

Nesse quesito, o Google+ vem se mostrando diferente, pois não há propagandas. O executivo diz que a Google sabe fazer propaganda e que há um momento e local certo para isso. A ideia não é empurrá-las para conseguir o dinheiro logo, mas sim oferecer conteúdo relacionado ao que as pessoas buscam.

(Fonte da imagem: Reprodução/Google Play)

Horowitz continua dizendo que a Google sabe que é valioso quando uma pessoa faz uma busca e vê que seu amigo recomenda determinado produto que faz parte dessa pesquisa. Ele ainda lembra que agora o Google Play é ligado ao Google+ e facilita a indicação de apps e jogos interessantes. Já no Facebook, não existe esse tipo de ferramenta inteligente.

Tudo é uma questão de tempo

Para finalizar, Horowitz diz que há empresas que têm mais fãs no Google+ do que em outras redes e que mais e mais companhias devem migrar para a rede social da Google com o tempo. Segundo ele, pode ser que em 5 ou 10 anos o quadro esteja completamente diferente.

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