Nessa altura do campeonato, você já deve ter recebido uma curiosa mensagem do Facebook sobre a atualização do item Termos e Políticas da rede social, avisando sobre algumas mudanças que serão adotadas a partir de 1° de janeiro de 2015. Basicamente, os usuários não sentirão grandes diferenças no uso do site (a maioria diz respeito às publicidades que surgem na sua linha do tempo), mas o comunicado fez com que muita gente entrasse em pânico contra as medidas.

Em uma postagem que já viralizou na rede social, usuários alegam que os novos Termos e Políticas incluem "um software que permite o roubo de dados pessoais", além de sugerir o espalhamento da mensagem para "proteção do direito de autor" contra os atos malignos encabeçados por Mark Zuckerberg.

Como você já deve estar imaginando, tudo isso não passa de mais uma corrente falsa da internet — e ela só serve para criar uma fúria desnecessária contra a rede social. Abaixo, confira como é uma dessas postagens, para que você já identifique de primeira o teor falso das acusações:

No texto, direcionado "à administração do Facebook", há ainda uma declaração de que todos os direitos da pessoa em questão não pertencem ao site e que a violação desse contrato é passível de pena até pelo Estatuto de Roma — algo que não faz o menor sentido, já que essa instituição até existe, mas não sobrepõe decisões de tribunais nacionais e lida apenas com casos gravíssimos de relevância internacional, como genocídio e crimes de guerra.

Não entre em pânico

Por meio de uma única postagem na sua timeline, não há como garantir a propriedade de conteúdos publicados na rede social. De um jeito ou de outro, o site vai usar cookies e informações para direcionar postagens na linha do tempo e sugerir anúncios. Simplesmente ser cadastrado no site e utilizá-lo já significa que você automaticamente concordou com todos os termos de uso.

O que você pode faze para ao menos amenizar isso? Ler os Termos e Políticas do site, ajustar as configurações de privacidade para que menos gente visualize seus dados ou, em uma medida mais drástica ainda, simplesmente apagar o perfil da rede social e não voltar ao Facebook.

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