(Fonte da imagem: Reprodução/The Verge)

A suspensão de integração entre Facebook e diversas redes concorrentes – entre elas o Vine, novo serviço do Twitter – deu um tom provocativo aos últimos passos dados pela rede social de Zuckerberg. Em uma aparente tentativa de minimizar os boatos, Justin Osofsky, desenvolvedor do Facebook, publicou um texto em seu blog oficial da empresa.

O texto não fala diretamente sobre o Vine, mas foi publicado algumas horas depois do lançamento do app. Ali, Osofsky justifica alguns bloqueios como uma forma de limitar apps que teriam “pouco valor para as pessoas dentro do Facebook”. A escolha seria feita com base em sistemas que apenas pegam informações, sem devolver conteúdo relevante para a rede.

No entanto, ao analisar a situação, o The Verge cita que o Vine tem de forma muito clara de compartilhar conteúdo com o Facebook, trazendo um botão tão grande e chamativo quanto a possibilidade de compartilhamento no Twitter.

Entretanto, o conteúdo compartilhado para o Facebook se apresenta apenas como um link para o vídeo hospedado no Vine, o que aparentemente não é o bastante para o Facebook. Segundo Osofsky, a missão do Facebook é “Fornecer uma plataforma que oferece às pessoas maneiras fáceis de acessar seus aplicativos, criar experiências personalizadas e compartilhar facilmente o que estão fazendo” e é neste ponto que o Vine está pecando.

Engolindo a concorrência

Além do Vine, o Facebook revogou também o acesso do Voxer, que contava com funcionalidades semelhantes ao novo sistema de mensagens de voz da rede e o Yandex Wonder, que fazia o serviço que agora vemos no Graph Search.

Se o padrão das últimas ações se repetir, a intenção do Facebook provavelmente deve ser a de lançar um serviço de vídeos similar ao Vine. No entanto, a única coisa certa agora é que a rede social continuará bloqueando o uso de sistemas externos que utilizam a plataforma do Facebook sem a autorização de sua equipe.

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