iPhone XR, XS e XS Max: ainda valem a pena para a Black Friday?

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Restam dois meses para a Black Friday e, coincidentemente — ou não —, fabricantes de smartphones têm apresentado as novas gerações de aparelhos com boa antecedência. A Apple, por exemplo, já apresentou sua lineup de iPhone 11 e reajustou ou descontinuou uma série de dispositivos anteriores, mas será que ainda valem a pena?

Apesar de terem sido descontinuados pela Apple, o iPhone XS e XS Max ainda podem ser ótimas opções e levando em consideração que sua saída é para dar lugar aos novos iPhones de 2019, os valores devem cair consideravelmente — principalmente na Black Friday.

(Fonte: TecMundo)

Avaliando-os

Falando de design, os iPhones XR, XS e XS Max não ficam para trás quando comparados aos modelos recentes. Modernos, com boa tela e câmera de qualidade Apple, todos esses dispositivos possuem o mesmo padrão de qualidade e suporte da maçã por mais longos anos.

iPhone XR

O “baratinho” da Apple é o único do grupo que ainda está em produção. Seu lançamento, em ano de poucas novidades por parte da Apple, foi elogiado e o retorno da opção “de entrada” da Apple era necessário para atrair novos consumidores.

Sem exageros, o aparelho abre mão de tecnologias mais precisas na tela, contando apenas com uma tela LCD com resolução que não chega ao FullHD. O display toma boa parte da parte frontal, com um notch consideravelmente grande — e, na época, controverso — e oferece opções em cores vibrantes, assim como seu irmão baratinho iPhone 5C, de anos atrás.

Sobre o hardware, não há muita diferença do iPhone X. Há nele o A12 Bionic — agora atualizado para A13 no iPhone 11 — que nunca fez feio em performance, trazendo o que havia de mais potente e versátil para a época.

O destaque deste pequeno se encontra na câmera. Embora dispense o uso de duas, três ou quatro câmeras, o iPhone XR não faz feio com seu sensor singular. O tratamento de imagens por software não decepciona e traz belas fotografias com fundo desfocado — mesmo que somente para retratos. Além disso, as capturas são boas, visto que tem pouco ruído e o tratamento via software cuida dos detalhes. Vale lembrar também que o iPhone XR também possui suporte para Memojis, os emojis animados de realidade aumentada da Apple.

(Fonte: TecMundo)

Assim como a tendência ditava, o iPhone XR não contou com entrada para fones de ouvido, tampouco possui TouchID, ou seja, a segurança é garantida somente pelo FaceID, assim como são os dispositivos recém anunciados.

iPhone XS

Com visual idêntico ao iPhone XS Max, o iPhone XS é compacto e com pegada um tanto escorregadia, já que é construído em vidro. Assim como no iPhone XR, sua parte frontal é quase completamente tomada por tela, com bordas discretas e um notch evidente na parte superior.

Por outro lado, neste caso temos uma tela de OLED, com definição de cores e visibilidade significativamente melhor. A resolução deste é de 1125 x 2436 e tem suporte para HDR 10 e Dolby Vision, perfeito para assistir séries, filmes e mídia em geral.

(Fonte: Engadget/Reprodução)

A performance também não difere muito da versão anterior e do XR, visto que utiliza o mesmo processador A12 Bionic. Assim como nos outros modelos, o aparelho lida muito bem com os apps disponíveis da Apple Store e roda muito bem jogos da atualidade, como PUBG e Fortnite.

A febre por mais e mais sensores de câmera se faz presente neste aparelho. Contando com 2 sensores na parte traseira, variando em ângulo de abertura e quantidade de megapixels, a qualidade de fotografias é garantida. Ambos as câmeras possuem estabilização óptica de imagem, flash de dois tons quad-LED.

Outro efeito interessante é a captura de múltiplos quadros no ato de apertar o botão, responsável por criar imagens com animações rápidas mas que tornam toda a experiência mais agradável. A captura de vídeos chega a 4K a 60 quadros por segundo e registra som estéreo, tudo isso aliado a um software minimalista, que pode irritar um pouco pela falta de controle.

iPhone XS Max

O grandão do grupo não tem muitas diferenças, no geral, restringindo-as somente para tamanho de tela e capacidade de bateria — algo problemático nessa geração.

A tela OLED é de boa qualidade, embora não ofereça resolução maior — uma oportunidade perdida pela Apple, inclusive. A tela é uma vantagem para o consumo de mídia, mas não é utilizada de forma inteligente pelo sistema operacional. Esperava-se, por exemplo, que os menus fossem ter mais ícones simultaneamente, o que não acontece.

Apesar disso, o aparelho não decepciona em outros quesitos. A performance ainda é a mesma, assim como a qualidade excepcional das fotografias. Vídeos também podem ser gravados em 4K e 60 fps e possuem estabilização óptica. O que brilha neste dispositivos, assim como seu irmão menor iPhone XS, é a qualidade de fotos noturnas, com pouco ou nenhum ruído.

Vale também dar uma olhada na matéria de prós e contras do iPhone XS Max, lá há mais detalhes que podem sanar mais dúvidas.

E aí, vale a pena?

Os iPhone 11 chegarão ao mercado brasileiro no futuro. Embora ainda sem data, podemos afirmar que sua chegada será em breve. O valor em reais ainda não foi divulgado e só é possível encontrá-lo se for importado — mesmo que isso implique em problemas de conectividade.

(Fonte: TecMundo)

Portanto, valores oficiais podem ser comparados somente com o iPhone XR. O valor sugerido pela Apple é de US$ 599, 15% mais barato que o iPhone 11 (US$699). O custo no Brasil também foi reajustado, indo de R$5.199 para R$4.299 (17,3% de desconto) na versão de 64 GB, valor que deve cair mais em eventos como a Black Friday.

Já os outros aparelhos, sua comparação é complicada. O iPhone XS Max, por exemplo, está na faixa de R$5.759/R$6.000 segundo o Zoom. O modelo menor, iPhone XS, está na casa dos R$5.199, de acordo com informações do mesmo site e no dia da produção deste artigo.

As vantagens de ter o produto mais recente são várias, no entanto, é possível ter o padrão de qualidade Apple pagando menos e optando por pegar dispositivos da geração anterior é uma opção. Os serviços exclusivos da Apple ainda estarão disponíveis até mesmo para os aparelhos descontinuados, assim como as atualizações de software que eventualmente trazem alguma novidade e podem melhorar a performance do aparelho.

Gastar com responsabilidade

É importante lembrar que, apesar de algumas ofertas parecerem tentadoras, é preciso utilizar o cartão de crédito com moderação. A Black Friday costuma ser um período de muita euforia e podem ocasionar em compras por impulso, seja por que várias ofertas estão com preço baixo ou por que uma oferta — mesmo cara — pode parecer imperdível.

O TecMundo tem dedicado diversas matérias para te ajudar a se organizar para a Black Friday e não criar dívidas impagáveis durante esse período. Alguma vez você já se perguntou quanto do seu salário pode ir para o cartão de crédito? Ou como que parcelamentos e compras podem afetar o orçamento? Acompanhe o site e veja mais dicas, incluindo outros comparativos entre dispositivos, importantes para se dar bem num dos eventos que mais movimenta o mercado eletrônico brasileiro.

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