[Atualização 18/12/2017, 11h30]

A notícia foi atualizada com a declaração de Anderson Figueiredo a respeito da Wise Plus.

[Notícia original]

O Brasil foi um dos países que mais abraçou a expansão internacional da fabricante chinesa Xiaomi. Infelizmente, a marca parou de vender produtos oficialmente no Brasil depois de dois anos por uma série de dificuldades — e deixou muitos "Mi Fãs" órfãos em 2016.

Recententemente, algumas informações indicavam que ela poderia voltar a partir de uma intermediária. A startup Wise Plus diz ser a responsável por trazer smartphones, pulseiras inteligentes e outros produtos, nos moldes do que a companhia Vi realiza com a também chinesa Meizu há alguns anos. Mas será que é isso mesmo?

O TecMundo entrou em contato com a Wise Plus e descobriu a resposta no que parece uma mensagem traduzida. Confira o comunicado na íntegra:

Oi, temos um "grande" estoque no Brasil, e somos "parceiros/representantes" da Gearbest no Brasil. Mas as entregas são feitas por nós e não demora "40 dias em Curitiba".

Ou seja...

Em outras palavras, a Wise Plus diz ser uma espécie de intermediária não oficial que promete vender produtos da Xiaomi de forma mais rápida no Brasil por conta de um estoque previamente fornecido via Gearbest.

Produtos como o Redmi 5, a MiBand2 e o Mi 5x estão no catálogo. O TecMundo não testou a comercialização de produtos pela empresa Wise Plus e não se responsabiliza por qualquer encomenda. Vale lembrar que há produtos da Xiaomi também no marketplace da Amazon.com.br desde que ela passou a oferecer eletrônicos no catálogo.

Uma captura de tela.

No momento da publicação desta matéria, o site da Wise Plus está instável e fora do ar para alguns usuários por conta de uma manutenção e pode ficar até "alguns dias" nessa condição. Não se sabe o motivo, mas pode ser o tráfego intenso da estreia da loja. Fizemos mais algumas perguntas para a empresa e atualizaremos esta publicação no momento em que recebermos a resposta.

É cilada?

Achou a notícia boa demais para ser verdade? Segundo Anderson Figueiredo, do site Insanely Tech, há mesmo motivos para desconfiar. O desenvolvedor web participou do projeto de criação da loja e, ao investigar, notou que ela muito provavelmente não é tão segura assim.

De acordo com a postagem, o site foi tirado do ar porque "não existia estoque algum" e que as taxas até fariam a empresa "perder dinheiro". O CNPJ do eCommerce também teria problemas. Para saber mais da denúncia, clique aqui.

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