Quando se trata da criação de pequenos componentes eletrônicos (ou nano robôs) injetáveis no corpo humano que ajudarão a descobrir e curar doenças, a grande dificuldade é descobrir como fornecer energia a eles quando já estiverem dentro do hospedeiro. Na realidade, métodos para fazer isso já existem, mas envolvem fios e baterias, tornando todo o processo complicado e, em alguns casos, perigoso.

Mas uma técnica desenvolvida pela Universidade de Stanford pode ser a solução para “alimentar” esses componentes que estarão dentro de nós combatendo as enfermidades que nos atingem. Trata-se de um chip produzido com material piezoelétrico que produz energia elétrica quando ondas sonoras de alta frequência (ultrassom – usado, por exemplo, em exames com grávidas) entram em contato com ele.

Como a imagem acima nos permite concluir, o chip é minúsculo, tamanho ideal para estar dentro do nosso corpo e identificar males antes que eles se tornem verdadeiras doenças crônicas. A energia produzida pelas ondas sonoras, obviamente, não é o bastante para manter um smartphone ligado, por exemplo.

No entanto, é o suficiente para conservar esse pequeno dispositivo em funcionamento e sendo capaz de monitorar sinais vitais ou liberar medicamentos em uma parte específica do corpo. Essa técnica, infelizmente, ainda se encontra em suas fases inicias, mas os pesquisadores prometem várias aplicações para ela em vários ramos da medicina.

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