Check-up #16: coração de porco funciona em humano?

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Equipe TecMundo

Aos domingos, o TecMundo reúne algumas das principais notícias de saúde da semana em um só lugar. Confira os destaques da última semana abaixo.

Transplante histórico

Em um procedimento médico inédito, divulgado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Maryland (Estados Unidos) na segunda-feira (10), uma equipe de cirurgiões conseguiu transplantar com êxito o coração de um porco geneticamente modificado para o peito de um homem de 57 anos com doença cardíaca grave. O procedimento representa uma esperança para milhares de pacientes à espera de um transplante.

CoraçãoFonte: Shutterstock

O paciente ainda é monitorado para acompanhar como o corpo vai reagir ao transplante daqui para a frente. Leia mais aqui.

Exame de sangue para a depressão pode se tornar possível

Pesquisadores da Universidade de Chicago em Illinois (UIC) divulgaram em um comunicado na segunda-feira passada (3) que podem estar prestes a desenvolver um exame de sangue capaz de fornecer um biomarcador identificável e quantificável para a depressão. Além disso, a marca bioquímica é capaz de revelar a eficácia dos antidepressivos usados na terapia individual. Leia a matéria completa aqui.

Drone médico

O drone de um serviço de entregas de equipamentos médicos salvou a vida de um homem de 71 anos na Suécia. O homem teve um ataque cardíaco enquanto limpava a neve em frente à sua casa na cidade de Trollhättan. O salvamento, ocorrido em dezembro, foi possível depois que a aeronave autônoma Everdrone entregou a tempo um desfibrilador. Saiba mais aqui.

EverdroneO drone entregador de equipamentos médicos da Everdrone (crédito: divulgação)

O vírus

Notícias da pandemia

A 'deltacron' é real?

Depois que um professor de ciências biológicas da Universidade do Chipre divulgou, no sábado (8), o que chamou de “deltacron”, uma possível convergência da assinatura genética da variante ômicron do coronavírus dentro de genomas da variante delta, a comunidade científica internacional encontra-se perplexa e, ao mesmo tempo, cautelosa.

Para especialistas de diferentes países, tudo não passou de um engano. Um dos mais conhecidos pesquisadores do coronavírus, o virologista Tom Peacock, do Imperial College London, usou sua conta no Twitter para afirmar que “as sequências cipriotas ‘deltacron’ relatadas por vários grandes meios de comunicação parecem ser claramente contaminação”. Sobre uma suposta recombinação, explicou: “muitos de nós demos uma olhada nas sequências e chegamos à mesma conclusão que não parece um recombinante real.”

Leia mais aqui.