O estúdio norte-americano Artefact criou o Aim, uma plataforma que funciona como uma clínica médica móvel e que é munida de inteligência artificial para ir sozinha até os pacientes.

 A ideia é que ela funcione em conjunto com um app e com dispositivos na casa das pessoas, que vão fazer o monitoramento constante da saúde dos usuários, seja de forma automática ou por relatos voluntários – tudo parte do conceito de Internet das Coisas. Em teoria, o dispositivo é capaz, inclusive, de perceber alterações na voz da pessoa para determinar seu estado de saúde emocional.

Com o tempo, uma base de dados sobre a saúde do paciente seria construída e conectada às clínicas móveis. O atendimento dentro delas, por sua vez, é feito em grande parte por uma inteligência artificial, com um profissional da área médica sendo acionado quando necessário através de uma videoconferência pelo aplicativo.

A realidade aumentada também está prevista para ser usada, de forma a apontar, através de projeções no corpo do paciente, onde estão os possíveis problemas. Caso seja necessário adquirir qualquer medicamento, o Aim conta com uma farmácia embutida.

O objetivo do conceito, de acordo com a Artefact, é que o conceito ajude a reduzir as longas esperas por atendimento enquanto fornece também uma abordagem mais personalizada de monitoramento, além da praticidade de poder controlar tudo isso através de um aplicativo para dispositivos móveis.

“A missão do Aim é reduzir a distância entre os dados, a experiência e a logística entre os ambientes doméstico e clínico”, explicou o estúdio. “Nossa visão para um conceito escalável e holístico de serviço de cuidado com a saúde dá aos pacientes autonomia, enquanto ajuda as organizações médicas a fazer a triagem dos casos, gerenciando a sobrecarga no sistema e alocando recursos de forma mais efetiva”.

Não há qualquer previsão sobre a possibilidade do conceito se tornar realidade.

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