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Celulares são "bombas-relógio" para a saúde, diz estudo

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A interminável discussão sobre se o uso de celulares causa ou não algum tipo de doença no ser humano ganhou mais um capítulo. Desta vez, a conclusão é bem mais apocalíptica: um grupo de cientistas britânico afirmou que o aparelho móvel é uma “bomba-relógio” para a saúde do consumidor.

A base dos especialistas, que publicaram um relatório sobre o tema nesta semana, é a ligação entre mais de 200 estudos que tentam comprovar a conexão entre o uso dos celulares e problemas como infertilidade e tumores cerebrais.

Segundo o Daily Mail, o foco do estudo é principalmente o uso por crianças, que cada vez mais cedo passam a contar com um aparelho. Para a equipe, escolas, o governo e até lojas especializadas deveriam espalhar mensagens de redução do uso de telefones móveis. Para o professor Denis Henshaw, os avisos deveriam ser similares aos que são colocados em maços de cigarros.

Discordâncias

Um dos encarregados da pesquisa, o cientista Kevin O’Neil disse que o período de latência (tempo de manifestação) de um tumor cerebral supostamente causado pelo celular pode ser de até 30 anos – e que isso complica os estudos, já que nenhum consegue abranger um período tão grande.

A discussão é longa: a Organização Mundial da Saúde (OMS) já afirmou que o celular aumenta o risco de câncer, enquanto um estudo dinamarquês feito com uma amostragem de 15 anos não encontrou ligação entre os dois fatores.

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