O surto de ebola deixou o mundo todo em alerta. E, naturalmente, o assunto ainda está em pauta. Mas a popularidade do tema não inspirou apenas discussões sobre o uso de máquinas no tratamento do vírus para atenuar riscos de contaminação. Acontece que ataques por meio de plataformas eletrônicas têm se aproveitado da popularidade da doença; softwares maliciosos estão sendo compartilhados por meio de mensagens de email.

De acordo com o órgão privado estadunidense Computer Readiness Team and Trustwave, o assunto “ebola” ocupa o centro de mensagens que contêm malwares. Os links contidos nos textos direcionam os usuários a sites não confiáveis ou fazem com que programas sejam instalados sem autorização prévia.

Os especialistas afirmam que nas últimas duas semanas “um crescimento significante” de ataques foi notado; vários cidadãos norte-americanos acabaram sendo infectados por algum tipo de malware. Um dos emails que está sendo disseminado vem supostamente da World Health Organization (WHO) – outra das frentes de ataque se apropria do nome do governo do México. Na mensagem, formas de se evitar o contágio por ebola são aparentemente listadas.

Gravações de comandos feitos através do teclado e também capturas de imagens de webcam são alguns dos modos de ataque do malware. Mensagens como “Você não vai acreditar no que o Obamacare & Ebola têm em comum” ou “Primeiro, alimentos da GMO. Agora, Ebola” são algumas das frases que intitulam os emails. Fique atento às suas mensagens e mantenha seu antivírus atualizado.

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