Mais uma vez, os wearables provam que podem ser muito mais do que simples adornos no braço. Que o diga Dennis Anselmo, um construtor norte-americano de 62 anos que se salvou da morte graças ao seu Apple Watch.

Segundo o jornal The Sun, Dennis teria sido vítima de um ataque cardíaco em pleno dia, durante o trabalho, mas teria confundido a sensação de mal-estar com a febre resultante de uma simples gripe e pensou que precisava apenas de descanso. Foi então que, ao olhar para seu smartwatch, Anselmo notou: o relógio marcava que ele estava com 210 batimentos por minuto – muito mais do que os 50 bpm que ele disse ter na maior parte do tempo.

Concluindo que Dennis estava sofrendo um ataque cardíaco, seus companheiros de trabalho rapidamente o levaram até o hospital; lá, ele passou por uma cirurgia para remover o bloqueio em suas artérias. “Eles me disseram que, se eu tivesse ido para casa e dormido – como muitas pessoas fazem –, eu provavelmente teria tido mais um ataque, mais sério, no meio da noite”, contou ele.

Dennis Anselmo e seu relógio salvador de vidas

Essa não é a primeira vez que vemos um aparelho desses salvar a vida de uma pessoa, vale notar. No início do ano, falamos do caso de uma garota de apenas 18 anos que foi salva de um problema cardíaco fatal após notar um salto em seus batimentos graças a um Fitbit Surge.

Você conhece histórias de pessoas salvas por seus aparelhos eletrônicos?