A Google acaba de trazer mais informações sobre que tipo de vídeo pode ser monetizado no YouTube. Visando facilitar a vida dos produtores de conteúdo, a companhia atualizou as suas diretrizes de monetização e agora está mais fácil saber quais vídeos são “advertiser-friendly”, ou seja, são amigáveis aos anunciantes e podem faturar dinheiro na maior plataforma de vídeos da web.

Como o que importa é o que não pode ser feito por quem quer ganhar dinheiro com o YouTube, a gigante de Mountain View elenca de forma simples e em três tópicos que tipos de vídeos não serão monetizados. São eles: conteúdos de ódio, uso inapropriado de personagens de entretenimento familiar e também conteúdos gratuitamente incendiários e degradantes.

Conteúdo de ódio

São considerados conteúdos de ódio pela Google aqueles que “promovem discriminação ou rebaixam ou humilham um indivíduo ou um grupo de pessoas” com base em raça, etnia, origem étnica, nacionalidade, religião, deficiência, idade, orientação sexual, identidade de gênero “ou outra característica associada à marginalização ou discriminação sistemática”, registra o texto assinado por Ariel Bardin, vice-presidente e diretor de produto do YouTube.

Uso inapropriado de personagens

Nesta categoria, encaixam-se conteúdos que retratam personagens de entretenimento familiar envolvidos em temas sexuais, violentos ou qualquer outro comportamento considerado inapropriado, “mesmo que para fins de comédia ou sátira”, relata Bardin.

Conteúdo incendiário e degradante

Aqui, estão incluídos conteúdos que apresentam situações degradantes ou incendiárias sem um propósito muito claro. Como exemplo, Ariel Bardin cita vídeos que exibam “linguagem desrespeitosa que constranjam ou insultem um indivíduo ou grupo.”

Em suma, as novas diretrizes de monetização do YouTube, que podem ser conferidas na íntegra (por enquanto apenas em inglês) neste link, vêm para cortar a verba de quem realiza qualquer discurso de ódio ou ofensivo na plataforma.

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