Quem vai segurar a Xiaomi? A companhia, que ainda é uma bebê no mercado de smartphones, já está dentro do TOP 5 de maiores fabricantes no mundo. Batendo recordes atrás de recordes, agora ela estabeleu uma nova marca: o Redmi Note 2 teve mais de 1,5 milhão de unidades vendidas desde o lançamento.

A receita do sucesso da Xiaomi é simples — e algo que as outras empresas deveriam adotar correndo. Ela une os principais itens que atraem o consumidor: o preço justo e condizente ao hardware. Afinal, na maioria dos casos, o valor do produto não possui uma conexão válida com as propriedades físicas.

O Mi Note 2 chegou ao mundo no dia 13 de agosto — e nas primeiras 12 horas de venda, 800 mil aparelhos já tinham sido comprados. Para você ter uma ideia do que estamos falando, o smartphone grandão custa US$ 125, o que dá R$ 480, sem impostos e taxações.

Agora, imaginem levar para casa um celular de R$ 480 com tela de 5,5'' Full HD, 2 GB de RAM, processador octa-core 2,2 GHz MediaTek Helio X10, GPU PowerVR G6200, 16 GB de memória interna (expansível via microSD), câmera traseira de 13 MP e frontal de 5 MP, bateria de 3.060 de mAh e Android 5.0 Lollipop modificado para MIUI 7. Bacana, não?

É esperado que o Redmi Note 2 chegue ao Brasil em breve. Hoje, a Xiaomi só vende o Redmi 2, um aparelho de R$ 499 que é um dos melhores smartphones de entrada no país.

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