A Xiaomi nasceu em 2013. E a “Apple da China” está com tudo: obstinada a se tornar uma potência mundial até o ano que vem, a fabricante já coleciona números generosos (somente por meio de vendas online, por exemplo, a empresa embolsou US$ 240 milhões em um dia, em 2014, ano em que 61 milhões de smartphones foram também vendidos).

A companhia planeja abrir suas portas sobre solo brasileiro em breve. Não sabemos, porém, se lojas físicas ou virtuais é que vão brotar por aqui. Fato é que o mascote da Xiaomi postou diversas selfies de sua viagem até São Paulo em fevereiro, lembra-se? Mas enquanto uma sala comercial da ousada startup não é inaugurada, nos resta apenas roer as unhas.

O que são os "Mi Homes"?

Conhecida ainda por tratar seus clientes como os mais bem quistos dos hóspedes, a chinesa criou aquilo que chama de “Mi Home”: elas são showrooms, salas com gôndolas lotadas por produtos da empresa, extremamente aconchegantes, onde são disponibilizados celulares para testes. Na China, existem 19 dessas lojas. Sofás distribuídos estrategicamente pelo recinto, televisores com telas que chegam a 55 polegadas e detalhes de arquitetura entalhados em mármore enchem os olhos de quem visita os “Mi Homes”.

“O Mi Home é um lugar para que nossos fãs se conheçam e ‘se divirtam’”, explica Hugo Barra, brasileiro vice-presidente da Xiaomi. Pelo mundo, já são mais de 500 desses convidativos showrooms. Será que a fabricante pretende abrir uma Mi Home no Brasil? Acompanhe nossas atualizações e fique por dentro de notícias relacionadas à chegada da empresa ao solo tupiniquim

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