Xiaomi, também conhecida como “Apple chinesa”, está de olho em mercados intermediários e ano passado abocanhou uma grande fatia na Índia, com receita superior a US$ 1 bilhão. E a companhia não quer parar por aí: anunciou seu novo smartphone Redmi Note 4 a um preço acessível e pretende aumentar a linha de produtos na região.

O celular com sistema operacional Android chegou às prateleiras por 9.999 rúpias indianas, o equivalente a US$ 147. O aparelho conta com um hardware bem interessante: tela de 5,5 polegadas, processador Snapdragon 625 2.0 GHz, câmera traseira de 13 MP, 2 GB de memória RAM e 32 GB de armazenamento interno.

A expectativa da empresa é vender o dobro que o Redmi Note 3

Ele será vendido com outras opções: a de 3 GB RAM e 32 GB pelo preço de 10.999 rúpias indianas (US$ 161) e a de 4 GB RAM e 64 GB, a 12.999 rúpias indianas (US$ 191). Os executivos esperam que o dispositivo venda o dobro que seu antecessor.

Ecossistema mais amplo

“Neste ano estamos pensando em quais produtos de nosso ecossistema podemos introduzir na Índia. Estamos explorando o mercado e avaliando suas necessidades”, afirmou Manu Jain, chefe da Xiaomi na Índia. Estão na mira gadgets como purificadores de ar, pulseiras fitness, headsets de realidade virtuale power banks.

Chinesa faturou US$ 1 bilhão no ano passado na Índia

Até agora, o grupo chinês já investiu em mais de 50 companhias para desenvolvimento dos itens conectados ao “Mi Ecosystem”, como celulares, smart TVs, roteadores e dispositivos como panelas elétricas, hoverboards, drones, malas inteligentes, entre outros.

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