Com a chegada do Windows 8, muitas características visuais do sistema operacional da Microsoft foram modificadas, apresentando telas como uma aparência mais limpa e funções organizadas de forma mais clara.

O Windows Explorer também foi englobado nas mudanças e a sua interface ganhou uma nova roupagem. Tanto as telas do gerenciador de pastas e de arquivos quanto as janelas abertas quando alguma operação está sendo realizada – como a cópia ou exclusão de itens – receberam uma aparência renovada. Os detalhes sobre essas novidades você confere neste artigo.

Ribbon: uma revolução no Explorer

A mudança mais sentida nesta nova versão do Windows Explorer é a alteração da aparência do menu superior da tela, nas quais todas as funcionalidades e opções de interação podem ser acessadas. Esta seção do gerenciador é mais comumente chamada de Ribbon.

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

A reformulação da estrutura do menu do Windows Explorer tem a pretensão de centralizar as principais funcionalidades do gerenciador de pastas em um lugar de fácil acesso, sendo que você pode personalizar a localização e o tamanho dos botões.

A aparência do novo Ribbon lembra bastante as telas do Office, principalmente porque todas as funções estão categorizadas de acordo com a sua finalidade. Ou seja, se você quer copiar, colar ou excluir um arquivo, você encontra todas essas funções – de gerenciamento de itens – reunidas na mesma aba, o que facilita a realização de tarefas semelhantes de forma repetida.

(Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Além disso, o novo Ribbon possibilitou a apresentação de uma gama maior de funcionalidades. Algumas dessas funções já estavam presentes nas versões anteriores, mas, por elas não estarem tão acessíveis quanto agora, a maior parte das pessoas nem sequer faz ideia da existência delas.

Melhorias no espaço útil das telas

Algumas abas ficam escondidas e só aparecem quando é selecionado ou aberto algum arquivo que tenha a ver com a funcionalidade que ela representa. Um exemplo disso é a opção de busca conceitual, que fica oculta e apenas se torna ativa quando você inicia a pesquisa por algum item. Dessa forma, a tela do Windows Explorer não fica tomada por botões e categorias que são pouco utilizadas por você.

Para dar mais espaço para a tela do Windows Explorer, mesmo com a adição do Ribbon, os desenvolvedores responsáveis pelo projeto reavaliaram a localização de outras funções e seções que diminuem o espaço útil da janela.

As duas telas mostram 35 arquivos, mas o novo Explorer aproveita melhor o espaço útil da interface. (Fonte da imagem: MSDN/Microsoft)

Exemplos disso são a eliminação do cabeçalho e a remoção das propriedades dos arquivos, que antes apareciam na parte inferior da tela e agora são mostradas do lado direito. Entretanto, a barra de status que fica localizada na parte inferior da janela foi mantida, para que o sistema possa mostrar informações importantes sobre as atividades realizadas.

Com essa mudança a barra que exibe as propriedades dos arquivos ficou muito mais fácil de ser visualizada, já que as informações não ficam espremidas em um espaço muito pequeno e podem ocupar um tamanho maior da tela para mostrar outros dados sobre os itens.

Acesso facilitado aos botões mais utilizados

Todas as funcionalidades presentes no Ribbon possuem atalhos que podem ser acessados por meio do teclado. As letras, os números ou as combinações que permitem utilizar cada função são mostrados juntamente com os botões, para tornar mais fácil a aprendizagem dos “corta-caminhos”.

(Fonte da imagem: MSDN/Microsoft)

O novo Windows Explorer também traz uma barra de ferramentas de acesso rápido, que permite adicionar os botões mais utilizados em uma espécie de lista de favoritos e que está presente nos programas do Office. A nova versão do gerenciador de pastas possibilita que você escolha onde essa seção será mostrada.

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