(Fonte da imagem: Divulgação/We Steal Secrets (Facebook))

Estreou recentemente em alguns cinemas norte-americanos o documentário “We Steal Secrets: The Story of Wikileaks”, produzido por Alex Gibney, o qual revela com mais detalhes a atuação do WikiLeaks.

O site, criado pelo jornalista, ex-hacker e ciberativista australiano Julian Assange, foi lançado em 2006 e ganhou diversos prêmios ligados a novas mídias da revista britânica The Economist e da Anistia Internacional.

Contudo, a organização recebeu enorme notoriedade em 2010, quando divulgou um extenso dossiê contendo documentos e vídeos confidenciais do governo dos EUA que relatam abusos de poder e atos “ilegais” feitos por debaixo dos panos.

O primeiro acontecimento que chocou a sociedade foi uma gravação que mostra um helicóptero Apache do exército do país, em 2007, no subúrbio de Nova Bagdá, no Iraque, assassinando cruelmente 12 civis, incluindo fotógrafos que faziam a cobertura da guerra e duas crianças.

Nos bastidores das revelações

A produção cinematográfica recém-estreada conta como o WikiLeaks funciona, quais são as atividades desenvolvidas dentro da organização e como ela é vista pelas instituições governamentais — as quais, obviamente, desejam preservar a confidencialidade das suas informações.

De acordo com as críticas já publicadas em diversas mídias, o documentário retrata Julian Assange com um “ar” de vilão, expondo também a sua vida pessoal (já que ele está sendo processado por duas mulheres pelo crime de estupro) e questionando as suas reais intenções ao veicular conteúdos confidenciais e comprometedores das autoridades norte-americanas.

Outro personagem importante dessa história é Bradley Manning, o homem de 23 anos e ex-analista de inteligência do exército estadunidense que foi preso sob a acusação de ter sido o responsável pelo vazamento das informações ao site WikiLeaks. Segundo as avaliações do documentário, Manning é retratado como o verdadeiro “herói” de todo esse imbróglio.

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