E3 2021 deve mudar de nome e cobrar por eventos online [rumor]

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Imagem: ESA/Reprodução
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[Atualizado]: A ESA negou os rumores, ainda nesta quinta-feira (01). Em uma publicação no Twitter, a empresa se posicionou e disse que o “show digital de 2021 da E3 será um evento gratuito para todos os participantes. Estamos ansiosos para informá-lo de todas as notícias reais do evento em breve”.

[Original]: A E3 2021, que está planejada para ser realizada em 13 de junho, deve cobrar para que as pessoas assistam parte de sua programação online. O evento também deve mudar de nome, de “Expo Entertainment Experience” para “Electronic Entertainment Experience”.

As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (01) pelo Videogames Chronicle (VGC). De acordo com as fontes do site, a celebração terá 3 dias de atividades transmitidas pela internet e mais uma experiência diferenciada no aplicativo oficial.

“A E3 sempre serviu como a força unificadora da indústria de jogos, um momento anual em que os melhores e mais brilhantes se reúnem para lançar os últimos anúncios e demonstrações de jogos em apoio não apenas a seus objetivos individuais, mas para evangelizar toda a indústria”, diz trecho de um documento da feira.

E3

O texto também salienta que a E3 2021 “não é uma feira presencial que se tornou digital”. De acordo com a ESA, empresa organizadora da feira, a nova edição do evento será uma “vanguarda digital culturalmente significativa para todos da indústria e seus consumidores, de jogos de celular e PC a esports e consoles”.

Planos

A principal intenção dos organizadores é trazer demos jogáveis que seriam transmitidos por streaming em nuvem. A ESA pretende realizar uma parceria com a Nvidia para fazer com que as demonstrações rodem a partir da GeForce Now. Imprensa e público poderiam testar os novos games a partir do serviço.

As fontes do VGC pontuam, ainda, que o evento deve agrupar parte de suas novidades em um pacote que seria cobrado dos fãs. Quem pagasse por essa espécie de “ingresso online” poderia jogar as demos.

E3

Apesar do plano, uma grande companhia de games disse que não vê com bons olhos essa tentativa de cobrar por parte das atividades. A fonte revelou ao VGC que a ESA está disposta a desistir da ideia, caso ela não seja aceita pela maioria das empresas.

Fontes

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