(Fonte da imagem: Reprodução/Google Play)

A Telefônica Vivo acaba de anunciar, durante um evento realizado em São Paulo, o lançamento de seu novo serviço, a Nuvem do Jornaleiro, que se baseia no conceito das tradicionais bancas de jornais e revistas. Os clientes da operadora que pagarem uma assinatura de R$ 3,49 por semana terão acesso às versões digitais de mais de 200 revistas e 40 jornais, que podem ser lidos a partir de qualquer smartphone, tablet ou PC.

Incialmente no acervo estão publicações como as revistas Caras, Scientific American, Faça Fácil, Viaje Mais e Surfar, além de jornais como o Correio da Bahia, O Dia (do Rio de Janeiro), O Tempo e Super Notícia (ambos de Belo Horizonte) e o Brasil Econômico, entre outros. Novos títulos serão adicionados à lista com o passar do tempo, de acordo com Jonas Suassuna, representante da empresa desenvolvedora da Nuvem do Jornaleiro, o Grupo Gol.

Além disso, quem assinar o serviço também terá acesso a notícias de política, cultura, economia e esportes veiculadas em vários idiomas pelas agências internacionais EFE, da Espanha, e AFP, da França. Os assinantes também poderão receber notificações por SMS, MMS e email com recomendações de leitura, novidades e destaques do acervo.

Como funciona

(Fonte da imagem: Reprodução/TecMundo)

Para usar a Nuvem do Jornaleiro, os clientes Vivo podem se cadastrar no site do serviço (clique aqui) usando seu número de celular e a assinatura será então debitada de sua conta telefônica, seja ela pré ou pós-paga. Uma vez que estejam cadastrados, eles poderão acessar o serviço a partir de seus aplicativo em qualquer smartphones ou tablet com iOS ou Android ou usando a versão web em qualquer computador.

O app deve ganhar versões para Windows Phone e Firefox OS no futuro, mas ainda não há uma data prevista para isso. O serviço dá acesso à publicação mais atual dos títulos e às suas 11 edições anteriores, substituindo a mais velha disponível sempre que uma nova for ao ar. Os usuários poderão adicionar a revista ou jornal de sua escolha à sua estante, para ler até quando estiverem offline.

Vale ressaltar que os jornais e revistas sofrem de um pequeno atraso com relação às suas versões físicas para que saiam na Nuvem do Jornaleiro. Segundo Suassuna, essa demora é proposital para não atrapalhar o atual modelo de negócios das empresas donas das publicações, permitindo que elas escolham quando seus títulos vão para o ar.

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