Em meio ao tormento sobre o WhatsApp no Brasil, o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad (PT), comentou que a decisão sobre a permissão ou a proibição do aplicativo Uber vai ser feita em janeiro de 2016.

De acordo com o Estadão, vai ser feita uma avaliação por meio de um grupo montado pela Prefeitura e o resultado deve ser definitivo. Essa comissão foi criada na época da lei que proibiu a exploração de serviços de transporte individual por meio de aplicativos de celular — o táxi foi considerado público —, em setembro deste ano.

O futuro do Uber, de acordo com a fonte, também está nas mãos da SP Negócios, ao lado de secretarias de Transporte, Finanças e Negócios Jurídicos. "Esse estudo ajuda a compreensão sobre os tempos modernos. Os apps de carona e compartilhamento estão proliferando pelo mundo inteiro. As vezes o app de carona e compartilhamento não é remunerado, às vezes é remunerado, como é o caso do Uber", disse Haddad.

Rodrigo Pirajá, diretor-presidente da SP Negócios, defende a regulamentação do Uber e comenta que "o pior dos mundos é o vácuo normativo. Preciso ter o mínimo de regra, seja para permitir as condições que esse serviço será feito, já que ele está utilizando o espaço público como atividade comercial, seja para proibir".

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) também deu um parecer sobre o caso. Ele comentou que o Uber atende a "uma demanda reprimida" e cobrou um resultado da Prefeitura.

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