A agência de pesquisa geológica dos EUA (US Geological Survey) faz de todos os usuários do Twitter “sensores humanos de captação de terremotos”. O sistema adotado pelo centro que atende pela sigla USGS é capaz de identificar postagens que fazem menção a deslocamentos de terra, o que gera informações à base de dados usada na monitoração de atividade sísmica para prevenção dos desastres.

Segundo o USGS, usuários que presenciam terremotos costumam publicar mensagens breves (algo como “terremoto?”). Assim, o mecanismo de rastreamento passou a filtrar tweets que contêm mais de sete palavras. Além disso, textos que compartilham links são também ignorados pelo sistema. “Ultimamente, esses dados filtrados provaram ser muito significantes na determinação de quando os terremotos ocorrem globalmente”, explicou o Twitter por meio de seu blog oficial.

E na prática?

Em 2014, um terremoto de magnitude 6.0 atingiu o sul do condado de Napa (Califórnia, EUA). A detecção do abalo sísmico, que foi o mais forte dos últimos 25 anos registrado na região, foi feita em apenas 29 segundos através das informações geradas pelo Twitter. O objetivo do USGS é otimizar a velocidade de detecção de terremotos por meio do futuro desenvolvimento de novos algoritmos.

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