(Fonte da imagem: Reprodução/PeerReach)

Uma pesquisa recente conduzida pela PeerReach mostra que, ao contrário do que acontece em outras redes sociais, não são os norte-americanos que dominam o Twitter — ao menos não na quantidade de usuários ativos. Segundo o estudo, é na Arábia Saudita que se concentra o maior número de pessoas que utilizam o sistema de microblogs como ferramenta de comunicação.

Em comparação, os Estados Unidos aparecem somente em oitavo lugar no ranking desenvolvido pela empresa, enquanto os brasileiros estão em 15ª colocação, atrás de argentinos e venezuelanos. No entanto, mesmo o país menos representativo possui pelo menos 800 mil usuários ativos, o que prova o impacto da ferramenta na internet.

Segundo a pesquisa, ainda há espaço para que o serviço cresça em países como Nigéria, Alemanha e Índia, nos quais ele ainda é pouco difundido. A China só não é considerada como um mercado potencial lucrativo devido ao fato de o governo local ter banido o uso do serviço. Além disso, países como o Japão e a Coreia do Sul se mostram pouco amigáveis ao crescimento do Twitter graças à presença de concorrentes locais poderosos como o Kakao e o Line.

(Fonte da imagem: Reprodução/PeerReach)

O estudo, que se destina a ajudar empresas a planejaram ações de marketing, também mostra que os usuários da rede social em sua maioria são jovens com idade média de 24 anos — somente 20% das mensagens são criadas por pessoas com mais de 30 anos. No entanto, o fato de a rede social ter pouco poder de retensão de novos usuários representa um desafio para empresas, que têm que lidar com um público que pouco se renova, ao menos no momento atual.

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