(Fonte da imagem: Reprodução/Nick Bilton)

O escritor Nick Bilton preparava um livro sobre a história do Twitter quando, ao vasculhar os arquivos dos primórdios da rede social, descobriu uma série de dados interessantes sobre o processo de nascimento do site.

Em emails internos trocados pelos desenvolvedores, Bilton encontrou algumas sugestões de nome para a rede social, como "Smssy", "Twitch" e "Friendstalker". Antes de chegar ao nome final, a abreviação "Twttr" ainda foi considerada.

Esses protótipos de nome podem ser conferidos em algumas das logos que foram projetadas para o site. Nenhuma delas tem o predomínio do azul claro, que hoje traz identidade ao serviço. Mesmo intocável hoje em dia, esse formato não foi bem recebido pelos usuários mais veteranos, que achavam que o site agora parecia "uma sala de bate-papo para adolescentes japoneses".

(Fonte da imagem: Reprodução/Nick Bilton)

Já o ícone em tons de verde, que parece feito de um líquido com bolhas, chegou a sair do papel e ilustrou a empresa por um curto período. Ele era descrito como algo que evocava várias sensações e "inspirava juventude, porque o velho é monótono e nada é pior do que ser monótono". O nome Odeo, que aparece em algumas das logos, era um serviço para podcasts cocriado por alguns dos fundadores do Twitter praticamente no mesmo período.

O livro de Bilton chama-se "Hatching Twitter: A True Story of Money, Power, Friendship and Betrayal" (algo como "Chocando o Twitter: Uma História Real de Dinheiro, Poder, Amizade e Traição") e pode ser comprado no site da Amazon em formato físico ou eBook.

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