Além dos direitos convencionais, agora os presidiários norte-americanos possuem a opção de comprar o JP5 mini tablet, um aparelho especialmente desenvolvido para atender aos infratores da lei. Os presos podem adquirir por US$ 70 (cerca de R$ 225) um aparelho touchscreen com tela de 4.3 polegadas, ideal para matar um tempo na penitenciária.

O dispositivo é um upgrade do JP4, outro tablet da empresa JPay. O equipamento conta a tecnologia WiFi, que funciona em qualquer prisão em que o serviço tenha sido instalado pela companhia. Certamente, a utilização da internet não é livre, pois qualquer mensagem ou email escrito e recebido pelos criminosos é verificada pelos funcionários do local.

Por fora, o JP5 é bem impressionante. O aparelho conta com uma capa protetora de plástico de policarbonato resistente a água e a quedas de até 9 metros de altura. Mesmo que o presidiário jogue-o na parede, ele ainda funcionará. A bateria do tablet dura cerca de 12 horas contínuas de reprodução de vídeos e até 35 horas tocando músicas.

Contudo, a parte boa acaba aqui. Por dentro, o dispositivo é equipado com um processador dual-core, 32 MB de memória interna – sim, são megabytes e não gigabytes – e um sistema operacional baseado em Linux com um bootloader de altíssima qualidade, tudo para garantir que os presos não instalem nenhum outro software que ameace a segurança do presídio.

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Em agosto, a JPay pretende inaugurar a própria loja de aplicativos, possibilitando que os detentos comprem e baixem jogos e outros utilitários.

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