Até pouco tempo, encontrar uma startup em meio ao chamado “Clube do Bilhão” era tão raro quanto se deparar com um unicórnio andando por uma floresta — em 2014, por exemplo, nenhuma empresa do tipo valia mais do que US$ 12 milhões. Essa história mudou rapidamente e em, 2016, já podemos ver pelo menos 149 nomes da categoria superando a marca bilionária.

Uma lista divulgada na última segunda-feira (8) mostra quais são as 7 startups mais valiosas do mundo, uma espécie de “clube” que parece exclusivo para companhias chinesas e estadunidenses. A líder indiscutível do ranking é a Uber, que, promovendo a revolução global na maneira como nos transportamos por grandes cidades, atualmente é avaliada em US$ 68 bilhões (R$ 212 bilhões).

China e Estados Unidos dominam a lista

A fabricante de gadgets chinesa Xiaomi surge em segundo lugar, com valor de mercado avaliado em US$ 46 bilhões (R$ 143 bilhões). A lista também trás nomes reconhecidos como o Airbnb e o Snapchat, sendo que o elemento em comum entre a maioria das participantes é o fato de elas promoverem mudanças na maneira como lidamos com a tecnologia e com atividades consideradas cotidianas.

O nome mais “antigo” da lista é a Palantir, que atualmente possui 12 anos de atividade — todas as demais sequer chegaram a uma década de existência. Das 149 startups pertencentes ao Clube do Bilhão, 90 estão concentradas nos Estados Unidos, 40 na Ásia, 17 na Europa, uma no Canadá e uma em Israel — até o momento, não há sinal de que uma iniciativa do tipo baseada no Brasil vá entrar em breve nessa lista seleta.

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