O CEO da plataforma de transmissão de música via streaming Spotify afirmou nessa segunda-feira (28) via vídeo em uma conferência em Nova York que toda a polêmica ocorrida entre sua empresa e a cantora pop Taylor Swift acabou tendo um resultado bastante positivo para seu sistema, mesmo a marca tendo ficado sem o direito de publicar as músicas da popular artista.

O Spotify já conta hoje com mais de 75 milhões de usuários.

Para ele, foi justamente esse entrave que acabou mostrando o Spotify para a classe média americana e, por consequência, para o mundo. Porém, Ek afirma que gostaria de ter ganhado toda essa atenção sem ter “enchido o saco” de Taylor Swift.

Se correr, o bicho pega...

O Spotify já conta hoje com mais de 75 milhões de usuários e chegou para mudar o jeito com o que as pessoas consomem música digital. Diferentemente do iTunes, da Apple, onde você pode comprar faixas avulsas ou álbuns completos de artistas para ouvir em seu computador ou em algum dispositivo móvel que você possua, o Spotify oferece música via streaming através da internet por uma mensalidade que custa US$ 10 nos Estados Unidos (cerca de R$ 41) ou R$ 14,90 em sua versão brasileira.

Concordamos que a música não deve ser gratuita... ela deve ser muito mais valorizada na sociedade do que já é.

Por considerar que essa plataforma não iria recompensar devidamente os artistas que disponibilizassem suas músicas, a cantora americana Taylor Swift mandou retirar toda sua discografia do Spotify. O CEO Daniel Ek reafirmou que a compreende: “Concordamos que a música não deve ser gratuita... ela deve ser muito mais valorizada na sociedade do que já é”. Ele lembrou também que, no caso de Taylor Swift, seus fãs ainda poderiam ouvir as músicas da artista gratuitamente através do YouTube, do Pandora ou baixando seus álbuns via torrent.

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