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iOS 26.5 ganha botão para definir loja de apps diferente da App Store no Brasil

O iOS 26.5 contém uma nova seção para definir os aplicativos padrão do celular, incluindo alternativas à App Store.

Avatar do(a) autor(a): Igor Almenara Carneiro

schedule19/05/2026, às 11:00

O iOS 26.5 adicionou uma nova opção no menu de configurações que permite escolher a loja de apps preferida no lugar da App Store. A novidade é uma preparação para a liberação do sideloading — download de aplicativos fora da plataforma principal — no Brasil, por determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A informação foi compartilhada pelo perfil @SorcererhatTech no X (Twitter). 

A seção "Instalação de Apps" foi encontrada dentro do menu de configurações do iOS 26.5. Nela, o usuário pode "configurar seus aplicativos padrão no iPhone, incluindo o app preferido para abrir links da web, enviar e-mails, fazer pagamentos por aproximação e mais".

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O iOS permite escolher os apps padrão em iPhones vendidos no Brasil.(Fonte: SorcererhatTech/X)

Atualmente, a área exibe apenas a App Store, seguida da descrição: "Sua loja de apps padrão está na parte superior e será usada para mostrar recomendações no Spotlight, na Siri, Safari e mais. Se você tiver adicionado várias lojas de apps, poderá alterar esse padrão".

As adições são preparativos para a liberação de downloads fora da App Store no país. Contudo, ainda não há data definida para que o sideloading seja liberado no Brasil.

Brasil acompanha legislação europeia

Historicamente, o iOS é um ecossistema fechado, com a App Store como única forma de distribuição de aplicativos. Em 2024, essa exclusividade foi rompida nos países da União Europeia, onde a Lei dos Mercados Digitais (DMA) determinou a abertura para downloads fora da loja da Apple.

No Brasil, a investigação sobre as exclusividades da Apple começou em 2022, quando o Mercado Livre denunciou a fabricante ao Cade. Em janeiro deste ano, o órgão ordenou que a Apple abrisse a plataforma para downloads de lojas alternativas e permitisse que compras e assinaturas sejam realizadas fora do ambiente da App Store.

As exigências no Brasil diferem ligeiramente das europeias: o Cade determina apenas a permissão de lojas alternativas à App Store, enquanto a legislação europeia também exige a abertura para distribuição de aplicativos diretamente pela web.

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