Como fazer o deploy de microsserviços Spring Boot em Kubernetes

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Equipe TecMundo

@tec_mundo

Resumo

Spring Boot é um framework opinativo para construir rapidamente aplicações Spring prontas para produção. O padrão a seguir mostra como criar e implantar microsserviços Spring Boot dentro de um sistema poliglota, assim como realizar o deploy da aplicação para um cluster Kubernetes.

Descrição

A comunidade Java está sempre em busca de maneiras inovadoras de uso da tecnologia Java EE em arquiteturas de microsserviços. O framework Spring estabeleceu sua presença no ecossistema Java, e agora o Spring Boot está ganhando muita atenção por simplificar radicalmente a escrita de uma aplicação Spring.

O Spring Boot atua a partir de uma visão opinativa da construção de aplicações Spring. Você pode utilizá-lo para criar aplicações Java independentes inicializadas com o comando -jar ou para os tradicionais WAR deployments. Aplicações Spring podem ser implementadas como arquivos WAR nos servidores de aplicações existentes ou construídas em um arquivo JAR com o servidor incorporado. Qualquer uma das opções funciona bem dentro de um container Docker. Você pode confiar em plataformas nativas Spring, como o Spring Cloud, para executar tarefas como service discovery, registro e balanceamento de carga.

Entretanto, o que fazer no contexto de sistemas poliglotas? Para gerenciar um sistema de microsserviços poliglota, você precisa de um microsserviço de propósito geral e uma plataforma de container orchestration — e é nisso que o Kubernetes se destaca. Neste padrão de desenvolvimento, você construirá uma aplicação chamada Office Space — nome inspirado na ideia de Michael Bolton no filme Office Space. Ao completar o tutorial, você vai entender como realizar o deploy de uma aplicação de microsserviços poliglota, incluindo microsserviços Spring Boot em um cluster Kubernetes.

Fluxo

IBM

1 – O Transaction Generator escrito em Python simula transações e as envia para o microsserviço Compute Interest.

2 – O Compute Interest calcula o valor e depois move a fração de centavos para o banco de dados MySQL a ser armazenado.

3 – O banco de dados pode ser executado dentro de um container no mesmo deployment ou em uma nuvem pública, como IBM Cloud.

4 – O Compute Interest aciona o serviço de notificações para alertar o usuário se alguma quantia foi depositada em sua conta.

5 – O serviço de notificação utiliza OpenWhisk para enviar um e-mail ao usuário.

6 – É possível, também, utilizar o OpenWhisk para enviar mensagens ao Slack.

7 – O usuário pode conferir o saldo da conta visitando a versão web do Node.js.

Instruções

Preparado para colocar esse padrão de código em uso? Detalhes completos de como começar a rodar e utilizar essa aplicação estão em README.

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