Pandemia deixa criador do Zoom US$ 4 bilhões mais rico

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Nos três primeiros meses de 2020, o patrimônio de Eric Yuan, fundador do Zoom, cresceu mais US$ 4 bilhões (R$ 22 bilhões), chegando à marca dos US$ 7,8 bilhões (R$ 45 bilhões). Até o final do ano passado, o Zoom registrava 10 milhões de usuários ativos por dia. Hoje, eles somam 300 milhões. A razão para esse sucesso repentino, basicamente, se deve às medidas de distanciamento social físico, adotadas como uma das soluções para conter o avanço da pandemia do novo coronavírus.

App se destacou rapidamente

A Zoom foi fundada em 2011 e, desde o início, procurava atender as necessidades dos clientes. Yuan enviava email para cada usuário que cancelava o serviço, a fim de entender os motivos da desistência.

Ultimamente, o app conseguiu se destacar entre seus concorrentes pelas facilidades de uso e acesso. As reuniões grátis podem durar até 40 minutos e ter até 100 participantes. Nem mesmo uma inscrição é necessária. Já a versão paga não tem limite de tempo, e aceita até 500 participantes por reunião. A qualidade das chamadas também é um ponto positivo.

Fonte: News Maker/ReproduçãoFonte: News Maker/ReproduçãoFonte:  News Maker 

Pandemia: crise para uns, sucesso para outros

A pandemia da covid-19 forçou a rápida adoção do trabalho em casa por empresas de todo o mundo. Em paralelo, escolas e universidades foram fechadas para evitar a disseminação do vírus.

Nesse cenário, os serviços oferecidos pela plataforma do Zoom caíram como uma luva. Em dois meses, as ações da companhia subiram 50%, enquanto as bolsas de valores só registravam perdas. Antes da pandemia, a empresa valia US$ 29 bilhões (R$ 159 bilhões). Hoje, ela vale US$ 44 bilhões, o equivalente a R$ 241 bilhões.

Atualmente, o Zoom está sendo largamente usado para reuniões de trabalho, encontros virtuais entre parentes e amigos, além de aulas à distância.

Problemas com privacidade

A facilidade de uso e o sucesso do app foram acompanhados de problemas relacionados à falta de segurança e privacidade, incluindo invasões de reuniões.

No Reino Unido, o serviço de inteligência chegou a recomendar que o governo não usasse o Zoom para compartilhar informações confidenciais.

Felizmente, a companhia investiu para resolver os problemas e, recentemente, contratou o chefe de segurança do Facebook, Alex Stamos, como consultor.

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