Google se defende e diz que sua intenção não é matar adblockers

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Na quarta-feira (12), a Google fez um post em alguns de seus canais de comunicação se defendendo da acusação de estar tentando dificultar a ação de extensões do Chrome que bloqueiam anúncios em páginas da web.

Em janeiro de 2019, os desenvolvedores começaram a perceber que parte das regras contidas no Manifest v3 poderia atrapalhar o funcionamento dos bloqueadores de anúncios. O projeto lançado pela Google em outubro de 2018 tem como objetivo melhorar a qualidade das extensões criadas para o Chrome e, sob a supervisão da equipe do Manifest v3, as extensões passariam a ser mais rápidas, seguras e com foco na privacidade dos usuários.

Como os bloqueadores funcionam

Para bloquear os anúncios, as extensões precisam ter acesso a algumas informações sobre o site que o usuário está visitando, a fim de agir como uma "peneira", deixando passar somente o conteúdo principal, sem propaganda. Isso acontece, por exemplo, quando as extensões buscam por imensas listas de endereços da internet relacionadas a anúncios para determinar se o conteúdo do website será bloqueado.

O problema é que, para promover a privacidade, o Manifest v3 propõe mudanças que limitam o acesso dessas extensões aos sites — atualmente, o Chrome permite a maioria das checagens. A nova abordagem limita a leitura a listas de, no máximo, 30 mil endereços, o que poderia prejudicar todas as extensões que fazem uso delas para funcionar.

Para se defender, a Google informou que o Manifest v3 ainda está em desenvolvimento e que sua implementação será feita em conjunto com os desenvolvedores. A companhia também resolveu aumentar o limite das regras das listas para 150 mil e reforçou que a prioridade das extensões deverá ser melhorar a experiência dos usuários sem que sua privacidade seja comprometida.

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