Todos sabem que é preciso tomar cada vez mais cuidados com a saúde para evitar doenças. No caso do câncer, ter uma alimentação equilibrada, moderar o uso de bebidas alcoólicas e não se expor à luz solar sem a pele estar protegida são algumas pequenas ações que podem ser bem úteis.

Quanto antes houver a detecção, mais fácil é tratar esse mal. Agora, uma IA parece estar fazendo diagnósticos com bastante agilidade — mais rápido até do que médicos. Parece exagero? Bom, o estudo publicado na revista Annals of Oncology indica que a tecnologia tem bastante potencial nesse aspecto.

Uma equipe de cientistas fez um teste que envolvia dermatologistas e uma rede neural, para descobrir qual dos dois teria mais sucesso em diagnósticos de câncer de pele. Mais de 50 médicos receberam 100 fotos de lesões da epiderme para apontar se eram tumores benignos ou melanomas perigosos, além de indicar um tratamento. Enquanto isso, a inteligência artificial viu mais de 100 mil imagens dos dois tipos de crescimento e avaliou 300. Quem você acha que se saiu melhor na tarefa?

Se pensou nos especialistas, errou. No fim das contas, 87% dos malignos foram identificados perfeitamente pelos profissionais na primeira rodada; na segunda, esse número aumentou para 89%. Enquanto isso, a inteligência artificial acertou em simplesmente 95% dos casos. Nada mau, né?

Apesar dos números animadores, é importante lembrar que uma inteligência artificial, por mais desenvolvida que seja, não substitui o trabalho de médicos de carne e osso; afinal, há casos de melanomas em locais do corpo humano, como dedos, que são de difícil visualização pela tecnologia. Mesmo assim, um algoritmo com esse grau de precisão pode se tornar uma boa ferramenta para os especialistas.

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