Na última quinta-feira (7), surgiu na rede uma notícia revelando que uma empresa russa havia pago aproximadamente US$ 100 mil para adquirir páginas e perfis falsos no Facebook durante a campanha presidencial norte-americana. Isso levantou a suspeita de que algo do gênero talvez tivesse acontecido no Google, mas pelo visto nenhuma evidência foi encontrada pela Gigante das Buscas.

“Estamos sempre monitorando [nosso sistema] em busca de abuso ou violação de nossas políticas e não encontramos nenhum tipo de evidência desse tipo de campanha em nossa plataforma”, revelou a Gigante das Buscas em uma mensagem enviada a alguns veículos de imprensa.

Sem histórico no passado

Somado a isso, a Google também mencionou que não descobriu nenhum tipo de prática parecida com essa acontecendo em sua própria plataforma de propagandas no passado, e até o momento não se sabe porque o Facebook acabou sendo escolhido pelo grupo russo para as suas ações.

Há relatos de que o Twitter talvez seja a próxima plataforma a ser investigada para ver se teve algum conteúdo capaz de prejudicar o rumo das eleições norte-americanas, mas não há uma data para que aconteça a divulgação dos dados encontrados por lá.

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