O fenômeno mundial Skype celebrou ontem, dia 29, seu 10º aniversário. O serviço, utilizado em escala global para conversas digitadas, videoconferências e outras finalidades, é o principal meio pelo qual a distância entre as pessoas fica um pouquinho mais estreita.

Nascido em 2003, o serviço soma hoje um total de 300 milhões de usuários que fazem em média dois bilhões de minutos em videochamadas online diariamente. O fenômeno é tamanho que a marca se transformou em verbo nos EUA (“to skype”), a exemplo do que já ocorre com o Google (“to Google”) e outros nomes de peso.

O Skype surgiu em agosto de 2003 das mãos de dois empreendedores escandinavos: o sueco Niklas Zennstroem e o dinamarquês Janus Friis, que aproveitaram as tecnologias de redes P2P existentes e as expandiram para a criação do serviço.

Um dos aspectos mais interessantes do Skype é que ele gerou uma competição saudável ao dar espaço a concorrentes como o FaceTime, da Apple, e o TeamSpeak, entre outros aplicativos de conversa online.

(Fonte da imagem: Blogs Skype)

Negócio lucrativo

O Skype é um serviço gratuito, mas é um galho que não deixa de fazer parte da árvore capitalista. A Microsoft  acredita piamente nessa ideia e comprou o serviço online por US$ 8,5 bilhões em 2011.

No último balanço, a divisão de entretenimento da Microsoft, que inclui o Skype, reportou a bagatela de US$ 848 milhões em lucros. O valor representa um aumento de US$ 380 milhões com relação ao ano anterior.

“Fico comovida com a forma como as pessoas usam o Skype, desde um soldado em serviço que consegue ver seu bebê pela primeira vez até instâncias mais simples e comuns”, declarou Elisa Steele, diretora de marketing do Skype.

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