(Fonte da imagem: Universidade Tecnológica de Viena)

As câmeras fotográficas que utilizamos em nosso dia a dia não são nada comparadas às que fazem a captura de imagens hiperespectrais, que são aparelhos capazes de extrair o espectro de cada pixel de um retrato. O problema é que esse equipamento é muito caro e específico, já que é utilizado para funções como registrar imagens em visão noturna (como em câmeras de vigilância) ou identificar compostos químicos em certos materiais.

Mas o grupo do cientista Ralf Habel, da Universidade de Viena, na Áustria, conseguiu transformar uma câmera profissional em um desses sensores poderosos. O mais incrível é o material utilizado, bem diferente da tecnologia de ponta desses equipamentos.

Basicamente, eles criaram a gambiarra a partir de tubos de PVC grudados com fita adesiva. Dentro dos canos, foram colocadas mais lentes para calibrar a refração das imagens captadas, tornando possível o desenvolvimento de uma “superlente” que age como uma CTIS (o tal “espectrômetro”).

O esquema de lentes e tubos PVC do sensor. (Fonte da imagem: Universidade Tecnológica de Viena)

O aparelho é um protótipo ainda em fase de testes e deve sofrer alterações para ficar menor e mais leve. Você pode conferir o artigo completo dos cientistas clicando aqui.

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