Um projeto desenvolvido na Universidade do Estado do Colardo utiliza plantas manipuladas para a detecção de explosivos. Quando detectam a presença de elementos quimícos semelhantes aos que são encontrados em bombas, as plantas mudam para a cor branca.

Desenvolvido pela professora de biologia June Medford e financiado pela DARPA (Agência de Projetos e Pesquisas Avançados de Defesa) e pela Agência de Defesa e Redução de Ameaças, o projeto tem como objetivo principal tornar as plantas tão sensitivas aos explosivos quanto os cachorros. Além disso, o novo “recurso” vem para evitar o uso constante de scanners de segurança.

A criação destas plantas visa a fornecer uma alternativa para a segurança em aeroportos, prédios governamentais e estádios de futebol. Segundo relato da professora June Medford, estas plantas ainda estão em desenvolvimento, sendo que, após os testes, poderão ser utilizadas na prática. A previsão é de que em quatro anos alguns locais adotem o novo método de segurança.

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