(Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock)

O especialista Brad Haines disse recentemente que o sistema de controle aéreo que será adotado nos Estados Unidos é altamente suscetível às interferências externas. Segundo ele, a facilidade de invasão fica por conta do estilo de tecnologia que será utilizado por alguns aeroportos, que trabalha somente com GPS.

Como o sinal por GPS não é protegido por criptografia, não há como garantir que ele seja realmente originário dos aviões. Haines exemplificou o problema em uma simulação, onde criou inúmeros voos fantasmas que supostamente aterrissariam em um aeroporto, confundindo os controladores de tráfego aéreo.

Os controladores não teriam como distinguir os voos falsos dos reais, gerando uma enorme desorientação na base. Esse problema realmente pode ocorrer, pois não há sinais de aviões que sejam autenticados, segundo Haines.

Ele disse que entrou em contato com a Federal Aviation Administration (FAA) para alertá-los do problema, porém não foi bem recebido. Em reportagem à CNBC, o órgão disse que o sistema está em análise.

Outros especialistas já falaram dos riscos de certos sistemas aéreos, como é o caso de Hugo Teso. Em uma conferência na Holanda, Teso declarou que os sinais sem qualquer tipo de decodificação utilizados pelos aeroportos podem sofrer interferências de terceiros. 

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