Israel limita quem pode comprar equipamentos de cibersegurança

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O governo de Israel atualizou a lista de aliados que podem negociar equipamentos e serviços de cibersegurança com empresas situadas no país. Com a mudança, apenas um pequeno grupo de nações poderá utilizar tecnologias da região.

Segundo um jornal local, México, Marrocos, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos são algumas das nações que perderam o privilégio de comercialização de tecnologias com o país. A partir de agora, somente 37 aliados podem fazer ofertas, sendo que a lista antes era tinha 102 participantes.

Não foi por falta de aviso

A medida foi tomada como prevenção pelo governo de Israel, preocupado com a má utilização de tecnologias desenvolvidas no país ou violações de preceitos éticos e de privacidade por esses clientes. Entretanto, o porta-voz do Ministério da Defesa local não confirmou se contratos ou licenças em andamento também foram encerradas e se as medidas têm efeito imediato.

Os países citados acima, por exemplo, foram alguns dos clientes da israelense NSO Group na utilização do Pegasus, um serviço de vigilância que teria sido utilizado para vigilância por esses governos para monitorar atividades de opositores políticos, manifestantes e jornalistas.

Recentemente, a Apple processou o NSO Group por realizar serviços de vigilância em dispositivos da empresa, burlando esquemas de segurança e limitando a liberdade de cidadãos e lideranças partidárias.

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