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Para quem acredita que toda praga virtual eliminada por um antivírus desaparece de nossas vidas, o Kelihos está aí para mostrar que o que era ruim sempre pode voltar pior. Conhecido como um dos piores botnets já criados, a ameaça virtual que já havia sido considerada extinta volta a assombrar as empresas de segurança digital.
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A Kaspersky Lab, empresa responsável pelo antivírus homônimo, afirmou que o Kelihos voltou a ser detectado, espalhando seus bilhões de spams diariamente pelo mundo, mesmo depois de a Microsoft ter anunciado, em setembro, que ele havia sido destruído.
Esse retorno, contudo, aponta a dificuldade de acabar com as chamadas redes zumbis. Como eles agem em conexões P2P, a disseminação do malware acontece de maneira muito rápida e, por mais que uma das fontes seja eliminada, ainda há outras máquinas infectadas esperando para dar continuidade aos ataques.
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Em um texto publicado no site Securelist, a especialista em segurança da Kaspersky, Maria Garnaeva, explicou que é praticamente impossível eliminar esses botnets sem tomar algum tipo de medida adicional. Para ela, não basta tomar os computadores infectados ou inutilizar a central de comando dos zumbis. Já para Tillman Werner, também da Kaspersky, o único modo de pôr um fim no Kelihos e em outros botnets é ensinando os usuários infectados a eliminar a praga para que ela não volte a se espalhar.
A Microsoft anunciou que está investigando o suposto retorno do Kelihos para descobrir se é o mesmo malware de antes ou uma mutação.
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