A Polícia Civil de São Paulo desmontou uma quadrilha que usava drones para soltar drogas e celulares dentro de presídios. Foram presas 21 pessoas na última quarta-feira (08), a partir de mandados de prisão na capital de São Paulo, em Guarulhos, Franco da Rocha, Lavínia, Marília, Martinópolis, Pacaembu e Potim.

Segundo o G1, a polícia afirma que os drones era a garantia da comunicação entre membros da facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios. Para receber as drogas e os celulares, os presos pegam os pacotes que eram lançados durante o banho de sol.

As entregas via drone custavam aproximadamente R$ 45 mil e levavam até 1 kg de materiais

As autoridades também comentam que os criminosos usavam aplicativos de geolocalização para ver os estabelecimentos das prisões. Além disso, que as entregas via drone custavam aproximadamente R$ 45 mil e levavam até 1 kg de materiais.

O trabalho da polícia, batizado como Operação Voo de Ícaro, teve o apoio de 150 policiais civis que cumpriram 13 mandados de busca e apreensão, além de 20 mandados de prisão. Foram cinco meses de investigação para também descobrir que o grupo usava dados de outras pessoas para abrir contas em bancos — e toda a movimentação financeira era comandada por uma mulher que trabalhava em uma escola particular de São Paulo.

Agora, afirma o G1, a Polícia Civil vai entrar com um pedido de mandado judicial para que os aplicativos de geolocalização impeçam a visualização de áreas de segurança, como delegacias, penitenciárias e unidades militares.

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