A Comissão de Proteção de Dados Pessoais do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) instaurou nesta segunda-feira (03) uma investigação para acompanhar as consequências do vazamento de dados ocorridos na C&A.

Entre as informações vazadas, estariam o número do cartão, CPF, e-mail, valor adquirido como presente, e-mail do funcionário que fez a transação, número do pedido e data da compra

O TecMundo  relatou na quinta-feira passada (30) que a empresa varejista sofreu um vazamento de dados de clientes que adquiriram os cartões vale-presente. No total, os dados de 2 milhões de clientes podem ter sido expostos.

“Um hacker teria afirmado a um site especializado em notícias de tecnologia que foram expostos os dados de 2 milhões de clientes da loja varejista. O ataque teria sido ao sistema de vale-presentes. Entre as informações vazadas, estariam o número do cartão, CPF, e-mail, valor adquirido como presente, e-mail do funcionário que fez a transação, número do pedido e data da compra”, nota o MPDFT.

O MPDFT escreveu que, “considerando a necessidade de acompanhar as consequências do incidente de segurança ocorrido na base de dados da C&A, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios, por meio da Comissão de Proteção dos Dados Pessoais, decide instaurar o presente Procedimento Administrativo - PA”. Você pode acompanhar a portaria que instaura o procedimento administrativo clicando aqui.

A C&A, na época, enviou o seguinte posicionamento: "A C&A detectou na madrugada de hoje um movimento de ciberataque ao seu sistema de vale-presente/trocas. Imediatamente a empresa acionou seu plano de contingência. A companhia também está tomando providências jurídicas para tratar a questão. Em caso de dúvidas, pedimos que os clientes acionem os canais de atendimento da empresa. Reiteramos nosso compromisso com uma atuação pautada pela ética e respeito às leis e que trabalhamos para oferecer a melhor experiência aos nossos clientes, inclusive no ambiente online".

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