Segundo informações obtidas pelo Washington Post a partir de funcionários não identificados das forças armadas norte-americanas, hackers chineses teriam invadido os sistemas de uma empresa terceirizada que presta serviços para a marinha dos EUA e roubado cerca de 614 GB de dados sigilosos.

As informações eram referentes a um projeto bélico em desenvolvimento para submarinos americanos. Com esse novo míssil, essas embarcações submersas seriam ainda mais fatais para navios tradicionais e militares. Em contato com a marinha dos EUA, o Washington Post teria concordado em não divulgar detalhes críticos sobre o míssil.

O nome da empresa terceirizada hackeada também não foi divulgado, e a marinha dos EUA não fez qualquer comentário objetivo sobre a situação. Portanto, não há uma confirmação oficial de que os dados foram mesmo roubados, tampouco de que não foram.

As informações supostamente obtidas pelos hackers chineses não eram protegidas por uma rede 'confidencial'

É curioso notar, entretanto, que as informações supostamente obtidas pelos hackers chineses não eram protegidas por uma rede “confidencial”, a qual seria mais difícil de ter acesso e provavelmente também menos suscetível a hacks.

Até o momento, não há qualquer informação mais concreta sobre qual seria a identidade dos hackers ou confirmações de qualquer ligação com o governo chinês ou suas forças armadas.

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