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Programa de 'caça ao bug' da Intel paga até US$ 250 mil para especialistas

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Intel tem passado por problemas lidando com as graves falhas que atingiram seus processadores, o Spectre e o Meltdown. Após uma série de atualizações feitas para tentar acabar com o problema, a empresa decidiu que apelar para “caçadores de bugs” é a melhor opção e decidiu pagar (e bem) para quem encontrar novos problemas que a empresa precisa corrigir.

Essas descobertas não apenas ajudam a companhia a desenvolver patchs de segurança, mas também fazem melhorar o processo de produção de novos chips

Agora, a Intel revelou que vai ampliar seu programa de “bug bounty” para atrair mais especialistas que vão ser capazes de identificar falhas como Spectre e Meltdown antes que afetem muitos usuários. Assim, se você é um pesquisador de segurança e acha que é capaz de encontrar bugs desse tipo, a empresa vai pagar US$ 100 mil, ou R$ 323 mil, para quem encontrar falhas de segurança em geral e US$ 250 mil, ou R$ 810 mil, para problemas mais graves, similares ao Spectre e o Meltdown.

Esse valor mais alto deve-se ao fato de ser muito mais difícil e complexo de identificar uma falha desse tipo. O programa vai durar até 21 de dezembro de 2018, o que indica que a Intel tem a data como limite para resolver todos os problemas e que os próximos processadores da empresa já vão estar livres do bug, conforme foi prometido. Essas descobertas não apenas ajudam a companhia a desenvolver patchs de segurança, mas também fazem melhorar o processo de produção de novos chips, que devem evitar as falhas de qualquer maneira.

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