Plantas alteradas podem ser usadas como sensores de risco biológico

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Equipe TecMundo

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A DARPA (Defense Advanced Research Projects Agency ou, em português, Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa) é conhecida mundialmente por desenvolver tecnologia militar de ponta para o Departamento de Defesa norte-americano. Quem iria imaginar, por isso mesmo, que a agência estaria envolvida com biogenética, alterando o DNA de plantas?

A grande sacada para o desenvolvimento de plantas com esse objetivo é que, dessa vez, elas são autossuficientes

Tudo isso, porém, tem um ótimo motivo: como plantas reagem a estímulos de todos os tipos que as cercam, o programa chamado APT (Advanced Plant Technologies ou, em português, Tecnologias Vegetais Avançadas) está criando plantas que são capazes de reagir e monitorar produtos químicos perigosos, patógenos, radiação e outras ameaças similares.

Melhor que as anteriores

A grande sacada para o desenvolvimento de plantas com esse objetivo – algo que não é novidade – é que, dessa vez, elas são autossuficientes e não usam mais os recursos que as plantas precisam para sobrevivem com o intuito de detectar as ameaças. Isso torna os novos vegetais muito mais resistentes – a longevidade delas não diminui.

Caso você tenha alguma proposta que possa enriquecer o trabalho do programa APT da DARPA, a agência vai estar aceitando a inscrição de programas até o dia 6 de dezembro para que sejam avaliados no dia 12 do mesmo mês na cidade de Arlignton, nos Estados Unidos.

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