A polícia do Rio de Janeiro está criando diversos grupos no WhatsApp para conseguir criar um canal direto de comunicação com os moradores de regiões afetadas pela violência na cidade. Dessa forma, a população consegue falar diretamente com os batalhões.

O uso do mensageiro, bem como de aplicativos, como o Linha Direta PM – criado por um morador, para ajudar no envio de denúncias e facilitar no processo de chamada da polícia –, foi uma forma encontrada por alguns batalhões para se tornar mais presente e combater a violência de forma colaborativa.

(Foto: Reprodução / Tv Globo)

“O que a gente sentiu é exatamente isso: essa falta de comunicação direta entre a polícia e a população, porque não existe isso. É sempre através do 190, que são atendentes terceirizados – e a gente resolveu fazer um aplicativo que tivesse mais celeridade para a polícia tratar desses roubos”, explicou Leonardo Gandelman, criador do Linha Direta PM, em entrevista para a Globo.

O app pode ser usado em pontos fixos, como casas e comércios, e permite envio de áudio de até dez segundos, indo diretamente para a Central do Batalhão da PM. É esperado que novas funções sejam incorporadas em breve.

(Foto: Reprodução / Tv Globo)

O 12º Batalhão da Polícia Militar, que tem seus grupos administrados pela ONG Viver Bem, teve que migrar seus grupos para o Telegram devido ao atingimento do número máximo de participantes no WhatsApp, que é limitado a 256 pessoas por grupo.

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