(Fonte da imagem: Shutterstock)

Se você é uma pessoa interessada na segurança de informações, sabe que a criptografia é um dos métodos mais utilizados para garantir que ninguém roube as suas senhas do cartão de crédito ou acesse informações secretas do governo, por exemplo. No entanto, o avanço tecnológico faz com que a eficiência disso acabe caindo.

Isso quer dizer que computadores realmente avançados são capazes de quebrar alguns tipos de criptografia em segundos, de modo que até mesmo os códigos mais complexos podem deixar de ter utilidade em um futuro próximo. No entanto, uma pesquisa de uma equipe de cientistas britânicos pretende acabar com essa fraqueza.

Subindo para um novo nível

O problema da criptografia atual é o fato de que ela utiliza chaves para que todo o resto da mensagem possa ser desvendado — normalmente, essas senhas são numéricas. Por conta disso, um supercomputador pode desvendá-las através do trabalho conhecido como “força bruta”, que é o ato de checar todas as possibilidades possíveis através de acertos ou não, resultando na solução desejada.

Contudo, o método conhecido por criptografia quântica acaba com essa questão, já que ele utiliza as leis das Física para acobertar as suas mensagens. Em uma explicação breve e simples, é como se as pessoas criptografassem as suas conversas com diferentes reações físicas no lugar de números embaralhados, fazendo com que a tentativa de quebrar a proteção seja infinitamente mais difícil.

Botando tudo ao seu alcance

(Fonte da imagem: Reprodução/Wired)

A genialidade por trás do trabalho dos britânicos que foram citados anteriormente é que eles desenvolveram um método que resulta em uma utilização mais simples da criptografia quântica. Isso foi feito utilizando fótons que resultam em uma proteção complexa e simples de ser feita, abrindo a possibilidade de aumentar exponencialmente a segurança de dispositivos relativamente comuns, como os smartphones.

Apesar de a pesquisa estar nos seus estágios iniciais e ainda não se saber como ela pode ser trabalhada na prática, as teorias indicam que o método britânico possa fazer com que celulares e outros aparelhos eletrônicos que são usados na sua rotina se tornem extremamente confiáveis. Dessa maneira, eles podem ser usados em eleições, na troca de informações confidenciais e em outras atividades bem importantes.

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