Pode adicionar mais um item à lista de problemas e polêmicas causados pelos cigarros eletrônicos: o dispositivo acaba de ser adicionado ao rol de aparelhos que explodem sem motivos. A vítima, chamada Kevin Woodward, teria colocado seu Eleaf iStick para carregar na cabeceira de sua cama, durante a noite, mas acabou sendo acordado por uma sensação descrita por ele como a de ter um “maçarico aceso” apontado para seu rosto.

“Eu acordei, e o lado direito do meu rosto estava em chamas. Eu senti como se alguém estivesse usando um maçarico em mim”, contou ao site Metro. Por sorte, Woodward foi rápido em reagir à situação: “Quando eu entendi o que estava acontecendo, eu consegui enfiar um travesseiro em cima do fogo, abri as janelas e tirei as crianças de casa”, contou ele.

Apesar da rapidez para apagar o incêndio, Woodward sofreu diversos ferimentos e teve de ser levado ao Whiston Hospital, em Merseyside, para ter suas queimaduras tratadas no rosto, braços e mãos. Felizmente, as queimaduras não foram tão graves – ele não precisará de enxertos de pele, mas os médicos preveem que sua recuperação total levará seis meses.

Da esquerda para a direita, Kevin logo após o acidente e as cicatrizes deixadas pelas queimaduras

“Quando eu vi os ferimentos de Kevin pela primeira vez, fiquei aterrorizada.”, contou Jenny, noiva de Kevin. Já ele afirmou estar feliz por seus filhos terem escapado em segurança, dizendo ficar assustado só de pensar no que poderia ter acontecido caso eles estivessem dormindo.

E quanto a Eleaf? Woodward afirma ter feito uma reclamação diretamente com a fabricante chinesa, mas a companhia não estava disponível para comentar sobre o caso até o momento.

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