O mosquito Aedes aegypti evoluiu nos últimos anos e agora transmite mais duas doenças além da dengue: a zika e a chikungunya. Partindo dessa informação, o governo vem tentando, de inúmeras formas, alertar a população sobre a prevenção delas. Dentre as maneiras de conscientização, muitas cidades adotaram os aplicativos como uma opção interativa de lutar contra o transmissor.

A ABEP — Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Tecnologia da Informação e Comunicação — listou alguns dos apps desenvolvidos por instituições de alguns estados brasileiros, como Piauí, Amazonas, Bahia e Paraná. A Empresa de Processamento de Dados do Amazonas (Prodam), por exemplo, criou um jogo de celular em que o usuário precisa passar pelos procedimentos necessários contra a proliferação do mosquito. Chamado de “Pega Mosquito”, o game tem o objetivo de gerar conhecimento para crianças e adolescentes.

No Piauí, a Agência de Tecnologia da Informação do Piauí (ATI/PI) lançou dois aplicativos: o “De Olho na Dengue” e o “Zika Zero”, atendendo a um pedido da Secretaria de Educação do estado, que solicitava que a população revelasse focos do Aedes aegypti através de fotografias, vídeos ou comentários. Na Bahia, a Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia (Prodeb) desenvolveu a plataforma “Caça Mosquito”, que também serve para a denúncia de focos do mosquito e alertar as autoridades sobre os locais, fornecidos através do GPS.

Outros métodos

A Celepar (Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná) também lançou uma forma de combate ao Aedes aegypti junto à Secretaria de Saúde (SESA-PR). Os objetivos são cadastrar pessoas para tomar as vacinas contra as doenças e enviar lembretes para a população sobre os dias de vacinação. Você pode baixar os apps para os dispositivos Android nos links abaixo:

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