O site Patently Mobile descobriu uma patente pedida pela Samsung no começo de 2014 que pode ser usada em sua linha de relógios inteligentes. Trata-se de métodos de autenticação de usuários baseados em sinais biológicos.

Segurança é um ponto sensível para gadgets que fazem transação financeira, como é o caso do Apple Watch e provavelmente dos futuros smartwatches da companhia sul-coreana.

O primeiro passo do reconhecimento do usuário será baseado em um sinal de eletromiograma, ou seja, que é gerado antes e depois de um movimento de músculo. A companhia pode pedir para que o dono do relógio faça algum movimento, como abrir a palma da mão ou girar o pulso.

Já o segundo pretende captar sinais únicos do usuário, como os de eletrocardiograma, de pletismograma (alteração de volume), de voz e de impedância gerada pelo corpo. Reconhecimentos de íris ou de impressão digital podem ser empregados nessa etapa.

O relógio também pode contar com um sistema de autorização variável de acesso, em que cada função possui um nível de segurança. Tarefas que envolvem transação financeira e email pessoal estão no nível mais alto (nível 4), enquanto os recursos de internet e de SMS ficam um degrau abaixo (3). As funções de relógio e de clima estão na classe básica (0), sem necessidade de autorização.

Será que com isso a Samsung conseguirá criar um método de autenticação livre de problemas como os que afetaram o Galaxy S5?

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