Pelo jeito, não é só financeiramente que a Samsung anda se recuperando depois dos problemas enfrentados com o Galaxy Note 7: as pessoas estão começando a relevar esse episódio e voltando a confiar na empresa. Ou, pelo menos, é isso que mostra uma pesquisa recente da Nielsen na Ásia, que coloca a gigante sul-coreana no primeiro lugar entre as marcas mais confiáveis para os consumidores da região. Um pequeno detalhe? É o sexto ano consecutivo que eles recebem o mesmo prêmio.

O trabalho da empresa para se reestabelecer no mercado após os eventos com o celular “esquentadinho” com toda certeza ajudaram nesta sexta conquista. Isso porque, depois de alguns tropeços aqui e ali, a Samsung efetivamente reconheceu o erro, retirou o dispositivo do mercado, fez uma longa investigação sobre o que levou aos casos de superaquecimento e, claro, não se deixou abalar. Desde então, o lançamento de aparelhos fantásticos como o Galaxy S8 e S8+ – e os rumores a respeito do Note 8 – mostram que a fabricante ainda sabe muito bem o que faz.

Apple e Nestlé figuram abaixo da Samsung na lista

Claro que a presença massiva da Samsung no continente asiático e seu portfólio gigantesco de eletrodomésticos e eletrônicos têm sua parte da “culpa” de a marca estar tão presente na cabeça dos consumidores da região. Porém, não é como se a empresa estivesse enfrentando apenas competidores locais pela coroa, já que a pesquisa de mercado que busca descobrir as marcas “Top 1.000” para a Ásia também dá espaço para que os entrevistados votem em nomes ocidentais. Apple e Nestlé, por exemplo, figuram pouco abaixo da Samsung no ranking final de 2017.

Para chegar nesses resultados, a Nielsen ouviu mais de 6 mil consumidores em 13 diferentes países e pediu que cada um deles escolhesse a marca mais confiável em 17 categorias distintas de produtos para o público final. Isso reforça aquela ideia de que “ter todos os ovos em apenas uma cesta” pode realmente não ser a melhor ideia para empresas de grande porte, principalmente quando alguns tropeços em determinados segmentos podem ser “fatais” para os negócios. E você, acredita que o Ocidente também já perdoou a marca? Deixe o seu comentário mais abaixo. 

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