Como já era esperado por analistas do mercado, a Samsung forrou os cofres de dinheiro no início deste ano, anotando ganhos na casa dos US$ 44,7 bilhões (R$ 141,2 bilhões) e renda líquida de nada menos que US$ 8,7 bilhões (R$ 27,5 bilhões). Além de serem fantásticos por conta própria, esses números batem recordes e representam a maior renda da história da empresa para um primeiro trimestre.

Outra expectativa anterior dos especialistas também foi confirmada: foram os componentes eletrônicos, e não os celulares, os grandes responsáveis pela entrada de dinheiro no período. Na verdade, pelo que os relatórios da sul-coreana indicam, a divisão mobile até se retraiu um pouco em relação aos três meses anteriores, principalmente por conta do reajuste de preços no Galaxy S7 – em preparação à chegada da família S8.

Os painéis OLED da Samsung reinam absolutos no mercado

Seja como for, itens como módulos de memória, armazenamentos SSD e painéis OLED garantiram que a empresa continuasse no azul e superasse marcas antigas sem dificuldades – mesmo após as sequelas deixadas pelo desastroso Galaxy Note 7. A Samsung espera que a fabricação de hardwares e componentes continue liderando seus lucros no restante do ano, mostrando a força que a marca tem nos mais variados segmentos da indústria.

Com tudo isso, como fica o futuro mobile da companhia para 2017? Bem, de acordo com a empresa, a dupla Galaxy S8 e Galaxy S8+ tem uma alta expectativa de vendas, mas pode enfrentar dificuldades no segundo semestre, que é exatamente a época em que a Apple deve revelar seus novos iPhones. Para não se dobrar diante do futuro lançamento da Maçã, a ideia da sul-coreana pode ser bastante ousada e envolver a chegada de um novo flagship: lançar o Galaxy Note 8 para bater de frente com o iPhone 8. E aí, você aprova essa estratégia?

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